quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Maldito Facebook


O Facebook não está apenas em sua casa
onde o computador se encontra.
Está em toda parte,
na rua, no barzinho e até no banheiro.

O facebook não precisa de internet rápida. Ele é viciante,
Até em celulares vagabundos,
ou até mesmos nos aplicativos mais cachorros de um bom viciado.

E percebo que já me vendi ao Zuckerberg,
que perdendo minha vida todas as noites e dias
criei um monstro escondido.


Xinguei o tal do criador, o chamando de capitalista,
monstro, aquele que queria o fim das relações diretas.
Pobre pseudo moralista, me enganei e me rendi.

O face não precisa de mim para existir.
Mas eu preciso dele para curtir e compartilhar.
E acaba ficando uma pergunta no ar.
Isso será uma compulsão ou macumba?!

Acho que é uma droga, daquelas mais brutais,
que consome e destrói, pior que pó de giz e cheirinho da loló.
Ó Facebook, minha droga que me consome todas as madrugadas.


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Copa do Mundo não é prioridade

A Copa do Mundo é um dos maiores eventos esportivos do globo, é realizada de quatro em quatro anos e reúne as melhores seleções de futebol do mundo. Em 2014 esse mega evento será realizado no Brasil.

O futebol é o esporte mais praticado do mundo, e é notável a adoração por essa modalidade em nosso país. A realização de tal evento pode trazer alguns pontos positivos, como manutenção de aeroportos, locais para o turismo e visibilidade mundial para nosso país.

Mas para a realização de um evento desse porte, é necessário que sejam retirados dos cofres públicos um numero exorbitante de capital, o que diminuiria o orçamento para serem investidos em infraestrutura para nossa pátria.

O esporte em si é importantíssimo para a integração cultural de uma sociedade, mas existem prioridades no “alicerce” de um país, tais como educação, saúde e locomoção. Seria incrível realizar um evento desse porte, se nosso país tivesse toda essa base intacta.

Portanto, a Copa do Mundo no Brasil é um evento que poderia ser adiado para quem sabe, daqui uns trinta anos, porque nossa sociedade não vive de “bolas na rede” e sim de uma estrutura em prol do bem comum.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Assassinos do diabo


Marcelo Augusto era um jovem de dezoito anos, tinha 1,84 m, cabelos e olhos castanhos, era uma pessoa marcante e convicta, uma pessoa normal aos olhos da sociedade considerada “normal”. Todavia Marcelo tinha um segredinho um tanto quanto peculiar, era um assassino em série.

Seus crimes eram límpidos e sem vestígios, era talvez o melhor assassino de Presidente Prudente, cidade média do interior paulista. Costumava cobrar cerca de 5 mil reais por cada homicídio e fazia parecer que eram simples acidentes domésticos ou de trânsito. Conhece alguém que morreu de causas naturais ou acidentes no pontal do Paranapanema? Bom, posso te dizer que pode não ter sido causas tão naturais assim, e muito menos um acidente automotivo.

Era amigo de João Miguel, outro matador de aluguel, João era mais brutal em seus homicídios e cobrava um pouco menos que Marcelo, mas até hoje a policia não chegou nas digitais de seus brutais crimes.

Marcelo entrou em depressão, achava que aquilo era extremamente nojento e sem sentido, viver para tirar vida de outras pessoas, era como se fosse um “assassino do diabo”, e aquilo estava lhe machucando, queria mudar de vida, ir para longe ou fazer alguma coisa diferente.

Uma sexta-feira qualquer, João e Marcelo estavam tomando cerveja em um barzinho, e João disparou que eles poderiam mudar de vida, irem fazer faculdade em Curitiba, e Marcelo concordou e resolveram pararem de assassinar pessoas e estudarem por um ano para passarem na Universidade Federal do Paraná, o curso escolhido era História.

Ambos arranjaram empregos, João era mais sagaz e conseguiu em um escritório de advocacia, já Marcelo preferiu arranjar algo mais braçal, porque acreditava que precisava descontar seus desejos físicos em algum lugar, então virou pedreiro.

Todas as noites, os dois estudavam até de madrugada, até porque ambos tinham insônia. Marcelo costumava sonhar com suas vitimas, já João dizia que seus sonhos eram com uma caricatura diabólica.

A prova veio, os dois foram muito bem, logo saiu o resultado e certo dia, pegaram seu Vectra 2009/2010 da cor preta e rumaram para o Paraná, Marcelo e João estavam extremamente felizes com a mudança de vida, afinal, agora eles iriam ser pessoas dignas.

Em um trecho denominado a “curva do diabo”, próximo à Maringá, Marcelo sentiu uma certa tontura, e uma Caminhonete S10 acabou colidindo com seu carro, inevitavelmente o mesmo caiu na ladeira capotando diversas vezes.

Marcelo se levantou, se sentindo estranho, porque estava bem, sem nenhum ferimento, até que olhou para o carro e lá estava seu corpo, todo ensanguentado, João estava do seu lado morto também, até que o espírito de seu amigo apareceu do seu lado, não entendendo nada eles avistaram um ser saindo da caminhonete, o ser era todo escuro sem nenhuma face ou expressão até que ele disparou:

_Chegou a hora de vocês, vulgos assassinos.

_Quem é você?! _gritou Marcelo.

_Sou o seu ex-patrão._logo respondeu.

_Patrão!? Que porra é essa? _totalmente assustado perguntou João.

_Lembra aquela brincadeira que vocês disseram certa vez, falando que eram os “jagunços do diabo”, bom , não era uma total mentira, mas diferente do que pensavam, vocês receberam seu salário, agora irei requisitar o que é meu por direito, já que não querem mais matar ninguém. Vocês não me servem para mais nada.

Ambos ficaram esbranquiçados, e então Marcelo se lembrou dos ensinamentos religiosos que teve no inicio de sua adolescência e tentou se defender:

_Mas eu e o João nos arrependemos, estávamos até mudando de vida, isso não é justo.

_Justiça?! ( Uma gargalhada rouca, que parecia resgatar gritos eternos de dor rugiu daquele ser misterioso ) . Nada que vocês fizerem irá apagar o seu passado de devassidão e podridão, aceitaram o fácil e irão aprender o que é dor e sofrimento. Todos os dias por mil anos irão sentir as dores que fizeram nos seres que mataram por dinheiro. Agradeço pelo serviço prestado para mim, até porque todos que mataram não valiam absolutamente nada. Todavia, vocês se venderam e irão sentir a dor até o fundo da alma.

Até que do chão brotaram pessoas sobre pessoas, cada qual com as ferramentas utilizadas em seus assassinatos, nenhum dos dois podiam se mexer até que o diabo uivou e levou todos para a profundeza do inferno, para pagarem por suas dividas que fizeram no mundo terreno.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Um tal de Renato

Homem de porte médio, não era magro nem gordo, não era inteligente muito menos burro, tinha uma namorada que não era bonita nem feia, não era legal nem chato, um emprego que não ganhava muito mas também não passava necessidade, um carro do meio da tabela, 1.6, nem forte nem fraco. Uma vida mediana, sem estar nos extremos, algo bom para seu conforto emocional e psicológico.

Era uma quinta-feira qualquer, Renato saiu do trabalho e foi para sua casa, chegando no conforto do seu lar não encontrou Emanuele, pegou uma xícara de café, sentiu a cafeína subindo entrando em contato com seu cérebro e sorriu.

Adentrou em seu quarto, chutou a bola com símbolo do Bayern de Munique, pegou uma foto de Emanuele que estava sorrindo radiante, Renato se sentou em sua mesa, o ventilador girando, o quarto fechado porque não gostava do Sol, achava que ele ofuscava seus pensamentos, puxou do chão um caderno com várias músicas e começou a compor algo para sua amada que dizia: “A vida não é um simples passar de datas, e sim um viver intensamente”.

Olhou o que escreveu e sentiu um ar irônico, e pensou que era um advogado que ajudava casais decepcionados a buscar um acordo, e tinha jogado o sonho da música no ralo desde que um dia lhe falaram: “Você não serve, não causa impacto”.

Deixou de causar impacto desde então, passou a levar uma vida mais ou menos, mas apesar dos pesares tinha alguém que ele amava estar junto, e esse alguém era Emanuele, mas onde estava sua linda nesse momento?

Renato ligou para ela, só dava caixa postal e em outro cenário lá estava ela transando com um cara dos extremos, sim, ela estava traindo o mais ou menos Renato. Como ele confiava demais nela, acreditava que algo do tipo nunca voltaria a acontecer, ao menos não em sua cama. Sim, Renato era corno manso.

Começou a tocar violão e a cantar sem medo de soltar sua voz roca e até certo ponto estranha, estava feliz fazendo aquilo porque acreditava que era possível ficar bem apesar dos pesares. Não importava o quão maçante era sua vida, porque no fim tudo daria certo, não é assim como os poetas dizem?

Quando menos viu, era 1 da manhã e nada de Emanuele, Renato deixava seu celular jogado para lá quando estava compondo, não se importava com o mundo externo quando fazia o que mais amava, e quando pegou seu celular viu uma mensagem: “Cansei do meio termo, adeus Renato”.

O rapaz ficou desesperado sem saber o que fazer, foi para a cozinha, puxou um Black Label e tomou alguns drinques, coçou a cabeça, não ligou para a moça, sentou na varanda, notou um cachorro trepando com uma cadela na rua, viu um jovem fumando cigarro, puxou o seu também e começou a olhar a lua se sozinha, ta, nem tanto, porque tinha Jupiter ali do lado, mas poxa, Jupiter é tão pequeno perto da imensidão da Lua.

Pensou como era filho da puta em fazer tal analogia, ficou triste e pensativo. Duas frases vieram na sua mente, um “Não causa impacto” com um “cansei de meio termo”, porra Renato, não vai se matar né caralho?

Não, Renato não ia se matar, levantou da varanda, foi para o quarto, assistiu um filme pornô, se masturbou ( agora essa seria sua vida ), jogou Assassin's Creed, abriu seu armário, rodou as roupas e viu sua rouparia negra dobrada e deixada de lado, puxou uma camisa do Uchiha Itachi e a vestiu, depois pegou uma Kunai e começou a fingir golpes, como aprendeu com o Hatake Kakashi.

Abriu sua gaveta e puxou uma foto do seu time chamado “Garotos do Mal”, campeão municipal, começou a imaginar todos os momentos com seus grandes amigos, e começou a ligar um por um.

Jonas mandou ele se ferrar e perguntou por que ligou 5 da manhã, Eduardo falou que o amava, Jean não atendeu, Guilherme falou que ele era gay e Manoel disse que deveriam se ver e fumar maconha como na jovialidade, eu escrevi maconha? Não, tomar cerveja haha.

No outro dia, Renato se levantou, trocou de camisa, dessa vez pegou a camisa do Del Piero quando atuava na Juventus, foi no seu emprego e pediu demissão, saiu de lá feliz, de chinelos havaynas, short do Napoli e camisa de futebol.

Sentou em um café e começou a ler um jornal, viu vagas para um vestibular de uma escola federal e viu por lá :”Música”, chegou em casa e fez a inscrição, estudou feito o diabo e passou, agora ele estava disposto a se reerguer, cansado de reclamar, passou a viver.

Ah, e a Emanuele? Engravidou do cara que vivia nos extremos e virou mãe solteira, porque ele não era Jonatan estudante de Medicina em Jaboticabal e sim Fernando, desempregado que vivia em Assis, mas segredo, porque ela ainda está procurando o pai do seu filho.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dona do meu tempo

Hoje me peguei sonhando acordado, pensando em estar com você em um lugar distante, sem nada para interferir, sem um tempo para ir embora, sem ônibus a serem pegos, sem nada impedindo o nosso tempo, o tempo de nos amarmos.

Quando estou com você vejo dois tipos de passagens de tempo. Primeiramente, quando te avisto, o tempo para, o vento sopra seu rosto, seu cabelo se espalha para trás de suas orelhas, vejo um sorriso radiante, sinto minha respiração alterar, os batimentos do meu coração disparam.

Dizem que quando vemos o mundo parar quando encontramos alguém, estamos literalmente perdidos, ops, apaixonados. E alguns segundos atrás acontece um choque de tempo, e a partir daquele momento, tudo passa muito rápido.

As horas se tornam poucos minutos e os minutos ralos segundos, tudo parece fazer sentido quando estou ao seu lado, e o medo bate na minha cabeça, será que minha vida passaria como se fossem poucos meses estando com você? Não sei bem, mas se fosse para viver “pouco” e de tal intensidade, que assim seja, não me importaria.

Desafiando seus olhos castanhos claros eu me perco em seu olhar, fico sem rumo, sem saída, mas esses momentos são especiais e guardarei todos em minhas recordações errantes de despreocupadas.

O tempo não existe quando estou ao seu lado e ele me atormenta quando estou longe, será que você é a dona do tempo e está me torturando em seus pensamentos mais obscuros? Ora, será que é isso?

Creio que não em tal intensidade, mas no fim essa analogia não está totalmente equivocada, já que você tomou conta dos meus pensamentos, até dos mais sombrios, a nebulosidade se espalhou quando penso em ti, tu me traz uma paz fora do comum e isso é bom, muito bom.

Você se tornou a dona do meu tempo, e eu a deixo ficar com essa intitulação quantos dias/meses/anos tu desejar.


domingo, 20 de janeiro de 2013

Não quero ser um cara de 40 querendo conquistar mulheres de 20


Ta bom, antes de começar o texto, quero dizer que essa frase não é minha e sim do personagem João que é interpretado por Bruno Garcia no filme “De Pernas para o ar” ( 2010 ), no bom filme brasileiro ele disparou essa frase para cima de Alice ( Ingrid Guimarães ) querendo exaltar que queria passar os seus dias com o seu amor .

Existem casais com grandes diferenças de idade que se amam, isso é fato. Mas em alguns casos, o que acontece é um jogo de poder e falsa sedução, onde homens querem impressionar jovens por sua maturidade e até mesmo pelo capital conquistado ao longo dos anos.

Eu não quero fazer parte desse seleto grupo de pseudosedutores, quero conquistar uma única pessoa dia a dia, quero fazer bem de forma incondicional, não quero conquistar pelo meu ter, longe disso, quero ser apenas eu, um ser errante e cheio de defeitos e fazer essa vida valer a pena.

Não me vejo conquistando uma pessoa pelo ter ( até porque não tenho porra nenhuma ), muito menos por algo em troca, isso não faz parte da minha personalidade nem da minha índole. A cada amizade conquistada, a cada coração tocado, isso é pelo que eu sou e nada mais.

Chega de imposições teatrais, chega de meias verdades, e vamos começar a olhar para uma pessoa de forma mais direta e incisiva. Não quero ser um cara que conquista as pessoas por bens adquiridos nem pelas ideias bem elaboradas e sim pelo meu coração e espírito.

Não quero alcançar o lado superficial da humanidade, quero ter minhas ideias e ideais íntegros, sem vestígios de sujeira que ataca tanto a sociedade contemporânea. A vida é muito maior que essas superficialidades.

Literalmente e conclusivamente, não quero ser um cara de 40 querendo conquistar mulheres de 20.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Arrisque

A vida é um grande jogo, cheio de confusões e conflitos, esse passar de tempos é tão complexo que até hoje a melhor definição que já vi foi a da Biologia que destaca que um animal ( somos animais também ) têm como objetivo nascer, crescer, reproduzir e morrer.

Parece uma grande vulgaridade, mas no fim esse é o objetivo de todos nós, nascemos, crescemos intelectualmente, psicologicamente e fisicamente, depois queremos constituir uma família, ganhar estabilidade emocional e, é claro, procriar nossos genes. E depois de fazer a roda da vida girar, enfim chega a hora de morrer e servir de adubo para outros seres.

Falando dessa forma, parece que a vida não tem um grande sentido, só que se olhar friamente, esse é o grande destino da maioria da população contemporânea. Queremos crescer como pessoas e profissionais até certo ponto, depois aproveitamos a vida e olha só, fim.

Só que dentro de todo esse contexto existem decepções, frustrações, sonhos inacabados, desejos recortados, enfim, muita coisa girando sobre nossas mentes nebulosas. É tanta pressão social e pessoal, que se não cuidarmos bem da nossa mente, acabamos chegando na loucura total.

O grande problema da vida é que ela não vem com um manual de instrução, e não sabemos nunca quando devemos ou não arriscar, e acabamos mergulhando em um paradigma, que fica entre tentar dar um grande pulo e correr o risco de se estrepar ou então ficar acomodado com algo que demora, mas é quase certo.

É muito difícil destacar o que realmente fazer, o certo que cada pessoa tem uma maneira de levar a vida, alguns aceitam o que o “destino” lhe proporciona e conseguem ser felizes fazendo várias coisas que um dia julgaram que não fariam, já outras ficam amarguradas com a pressão que o mundo impõe e não conseguem andar para lugar nenhum e existem aqueles que são os desenhistas de seus passos, que não se arrependem de nada que fazem e olham sempre para frente.

Seria muito fácil ficar estacionado em seu comodismo barato e não progredir em sua vida, muitas pessoas têm medo de arriscar e preferem ficar em seus mundos comuns, sem um gosto exaltado. Mas se você, eu, todos não resolverem arriscar em um certo momento de nossas vidas, nunca saberemos se erraríamos ou não.

As pessoas ficam muito preocupadas em ter definições perfeitas, como o que é o amor? Qual o emprego perfeito? Como devo me portar? E começam a criar mundos paralelos com a realidade, buscando uma perfeição que não existe.

Ninguém vai saber dizer o que é o amor, qualquer que seja a definição será rala para o sentimento que bate nas nossas entranhas, não dá para definir isso, não existe Luis de Camões com suas palavras belas, tão pouco Paulo Coelho com suas definições expressas que consigam sacramentar o que é o amor. Amor é algo que vai muito além da superficialidade de palavras, que não passam de tintas sobre tintas. Sentir vai muito além de definir.

Emprego perfeito? Ta ai outro grande erro das pessoas, antes de entrar na faculdade todo mundo acha que haverá um curso que irá suprir todas as suas necessidades intelectuais e pessoais, olha, espero não te deixar triste, mas não existe curso algum que irá definir toda seu estilo. Uma pessoa que gosta de humanas terá um desejo de aprender biológicas, e uma pessoa que gosta de exatas pode amar a leitura, ué, qual o problema?

Antes de fazermos alguma coisa, acabamos nos idealizando, pensando no futuro, querendo deixar o momento perfeito e inesquecível. Isso é um grande erro, porque não existe nada mais lindo do que ser natural e expressar seus sentimentos e pensamentos na hora que eles devem ser ressaltados. A vida não tem nenhum roteiro para ser seguido, cada momento é único e deve ser aproveitado como tal.

Antes de fazer qualquer coisa, é necessário arriscar, tentar dar um passo para frente sem ter medo de errar, porque todos erram, e errar faz parte do cotidiano. Mas agora se você quer ficar atolado em um mundo de duvidas e remorsos, infelizmente só lhe sobrará indiferença e consecutivamente a sombria solidão.

Arrisque, lute, erre, sofra de vez em quando, ganhe algumas vezes, perca igualmente, faça essa vida valer a pena, porque é muito curta e quando menos percebemos, estaremos com 45 anos sentados em um sofá nos imaginando com 20 anos. Só não se arrependa de seus erros, aprenda com eles e novamente, arrisque.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Uma carta para quem tem entre 10 e 15 anos

Se você tem entre 10 e 15 anos, leia esse texto até o fim, nele vou tentar expressar o que me arrependo de não ter feito nessa idade, que é maravilhosa. Acredite, tenho hoje meus 19, e olha, esses anos fizeram grande diferença na minha vida.

Primeiro de tudo, aproveite sua jovialidade, seus momentos com seus amigos verdadeiros, porque quando menos ver, aqueles que eram praticamente irmãos vão sumindo de sua vida, se espalhando pela imensidão do mundo. Daqui alguns anos você verá o seu “irmão separado no nascimento” sendo um cara diferente de você, uma pessoa que não lhe agrada. Sendo assim, tente cultivar essas amizades para o mundo não lhe pregar uma peça.

Estude, sim, estude. Isso é uma dica para todos, porque quando menos ver, você estará em uma faculdade e verá que perdeu muito tempo de sua vida, e não conseguiu memorizar aquilo que era para você saber décor. Preste atenção nos seus mestres e professores, porque cada um tem uma vivencia a ser detalhada, mistérios a serem desvendados, usurpe isso da melhor maneira o possível.

Aprenda algumas coisas que sempre quis fazer, exemplo, eu gostaria de ter aprendido a tocar violão e falar inglês, e não consegui, seja por preguiça ou falta de foco, quando você chegar aos seus 18,19, vai se arrepender de não ter feito isso quando sua vida era mais “sossegada’’.

Não trabalhe. Sim, não trabalhe. A vida é feita de ciclos, e cortar um ciclo não é muito bacana, Comecei a trabalhar aos 16 e me arrependo, porque sei que daqui pra frente terei que pensar no meu profissional, e não mais nas minhas bobagens rotineiras. Um ser humano tem a época da vida que tem que brincar, uma aprender e depois trabalhar, não pule etapas, deixe o trabalho para depois.

Não fique pensando em ser adulto. Assim como a dica do parágrafo acima, temos que aproveitar cada momento da vida, e quando a gente vai ficando velho, pensamos em ser criança/adolescentes de novo, como se fosse um carma, onde nunca ficaremos onde queríamos estar.

Não tenha vergonha de ser feliz. Muitas vezes ficamos encabulados, deixamos de fazer o que nos faz bem para respeitarmos a sociedade, ta ai um grande erro, já que no fim, essas pessoas que julgam tanto, não nos acrescentam em nada. Foda-se essas pessoas que só descrevem sem conhecer, seja feliz, curta o seu momento.

Leia. Porque leitura é essencial para o crescimento pessoal, digo isso porque desde quando eu comecei a ler e escrever, eu aumentei muito minha bagagem cultural, minha maneira de se expressar e a comunicação aumentou de forma exponencial. Leia 1 livro por mês, já é o suficiente para você decifrar a mente de um autor e de crescer intelectualmente.

Não omita seus sentimentos. Muitas vezes deixamos de falar coisas que queríamos dizer, prendemos um “eu te odeio”, amarramos um “eu te amo”, deixamos para depois, e o depois nunca chega,e ficamos algumas vezes amargurados, tristes por dentro.

Não procrastine. A procrastinação é a pior coisa do mundo, assim como omitir sentimentos, porque acabamos sendo futuristas demais e esquecemos de desenhar o nosso presente, e como dizem alguns poetas, “Não existe futuro sem um presente”, e acabamos vivendo no potencial e não colocamos nada na prática, e acabamos presos apenas no mundo das ideias.

Valorize sua família. Algumas vezes damos pitis inúteis para com aqueles que só querem nosso bem, e essa é uma das coisas mais idiotas que os adolescentes acabam fazendo, como se dar satisfação para sua mãe fosse algo babaca, sair com seus pais fosse um grande mico. A gratidão é um dos sentimentos mais nobres e a ingratidão não passa de um sentimento podre. De valor para aqueles que lutam por você.

Não desista de seus sonhos. A pressão social existe por todos os lados, não deixe que opinião alheia desfaça seu sonho, sua meta. Lute com todas as forças por aquilo que pretende fazer, não deixe que as pessoas te iludam, não vá pelas palavras dos outros, vá por você, persiga seus sonhos da maneira que um leão persegue um veado na savana africana. Não se satisfaça em sonhos genéricos, se existe o que você quer, busque isso.

Lute. Não adianta nada você querer algo e não fazer nada para conseguir êxito, lute por você e seus objetivos, passo por passo, vez por vez, luta por luta. Comece, trace uma linha e ande, não fique parado no tempo.

Aperte o Foda-se de vez em quando. Vai ter momentos que ficaremos tristes com o mundo, chateados com as pessoas, mas não ligue, algumas vezes a gente temos que apertar o “botãozinho” do foda-se e viver nossa vida, sem se importar com grandes impasses.

Não seja omisso. Sempre que ver algo errado, lute pelo bem e pelo ético, não deixe a honra extraviar, faça tudo da melhor forma o possível, e não deixe que pessoas desonrosas manchem sua pessoa.

No mais é isso galera, tem que aproveitar esse momento, que é incrível, eu não sei bem se aproveitei ou não, mas se eu pudesse voltar e ler essas palavras que eu escrevi, tenho certeza que minha adolescência teria sido bem mais prospera.

Espero que ajudem vocês em algo, lutem por você, lute por seus sonhos, deixe seus olhos brilhantes e sorria, porque ser feliz é o que mais importa nessa vida vaga .


domingo, 13 de janeiro de 2013


“Eu queria poder fazer o mundo mais justo, honroso e digno. Mas sei que não tenho tais poderes. Depois que entendi isso, eu descobri que apenas te fazer sorrir é capaz de fazer ao menos o meu mundo melhor.”


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Um conto de fadas onde não existem fadas

Existem pessoas que você pode fazer o máximo por elas, que elas nunca irão te aceitar ou simplesmente te reconhecer como algo que tenha valor. Essas mesmas pessoas às vezes acham que podem te usurpar, tanto físico quanto emocionalmente, e ainda acreditam que podem te moldar para a sociedade.

A pressão social existe por todos os lados, principalmente em seres que nunca irão reconhecer nenhum de seus feitos, nem para falar de “peito estufado”, a vida é um mar de falsas “regalias” amontoadas de meias verdades que não são escarradas.

A ingratidão é um sentimento comum para algumas pessoas, que nunca irão reconhecer o seu trabalho seja bem feito ou mal feito, algumas vezes os critérios éticos e ideológicos se extraviam nos dedos do rancor.

O rancor é um dos piores sentimentos que um ser humano pode decifrar, mas assim como amor, carinho e afeição, é uma característica humana e impossível de não sentir em algum momento da vida.

A falta de reconhecimento é a pior desgraça desse mundo, e o mais triste é que você gostaria que apenas uma pessoa te elogiasse uma vez nessa vida, e ela nunca o fez e nunca fará, apenas algumas pouquíssimas vezes, e ainda sim, por indiretas incertas.

A vida é triste e isolada, algumas vezes não dá para esquecer alguns problemas que ultrapassa os valores, nada terá sentido sem o reconhecimento. Nenhum trabalho é bom o suficiente se não tiver um elogio explicito, uma verdade jogada sobre aquilo que foi feito.

Ai do nada me vem na mente pessoas que se importam comigo pelo que eu sou, pelo que eu faço, pelo que eu posso mudar, e isso é o que importa, eu tenho por quem lutar, e por essas pessoas eu farei de tudo.

Agora, aqueles que só me julgam e querem me usurpar, estou pouco me lixando para com suas opiniões. A verdade dói, mas algumas vezes temos que nos levantar do sonho inventado e vermos com olhos foscos da realidade, porque essa é a vida. Um conto de fadas onde não existem fadas.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


"Esqueça o passado de sua vida entediante, olhe para frente sempre de cabeça erguida e deixe o presente te fazer feliz."


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ela me faz tão bem

Ela veio tão de repente, roubou as nuvens de meus pensamentos, retirou o fosco e trouxe o brilho a meus olhos de novo. Ela veio do nada, e do nada se tornou tudo assim como a teoria mais decapitada de um filme medieval.

Ela me faz tão bem, parece que meu mundo virou outro, revirou de pernas para o ar, me tirou o foco por inúmeros dias, e agora acredito que vou conseguir colocar ela como um ar de motivação, porque ainda tenho objetivos, sonhos e anseios.

Não existe muita lógica, parece que o sentimental tomou conta do racional, dominando o meu eu. Mas os módulos não são assim tão separados, é necessário ter um controle para com tudo. Usar o sentimental para motivar o racional pode ser a chave do sucesso.

Quero te fazer sorrir mais do que já quis para qualquer pessoa, o sol se tornou fraco perto do brilhantismo do seu olhar, a lua se tornou feia perto da beleza de seu sorriso, e os sons mais floreados se tornaram vagos perto da doçura de sua voz.

Seu jeito me faz querer ser uma pessoa melhor, me superar se tornou uma obsessão, quebrar paradigmas e partir do comum para o bom passou a ser um pensamento fixo, quase uma possessão, e esse é o sentimento, um sentimento de tentar te fazer bem a cada manhã amanhecida, não digo dormida, porque durmo muito pouco mesmo.

Não medirei esforços para te fazer bem, porque no fim essa pode ser mais uma sina, um objetivo escaramuçado se torna simples, e a vida segue. O pensamento fixado em você, o objetivo feliz, o sorriso praticável, é assim que virou meu dia-a-dia.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Força Joana


Ela escreve de forma expressa e dinâmica, tem uma escrita fora do padrão, consegue unir o simbolismo obscuro ao realismo escarrado, joga com palavras diferente de qualquer alma gritante, nesses dias nebulosos, nessa realidade fria e inóspita.

De segredo em segredo constituiu sua vida, sua vida de moral e argumentos bem controlados, vistas embalsamadas, olhar que ultrapassa a superficialidade da retina, gritos que vão muito alem de uma dor decifrável.

Ela joga de Paulo Coelho, inconfundível e palavras simples, ancoradas em uma verdade triste e bem literária. Mas consegue se camuflar de Clarice Lispector, brincando com palavras categóricas confundindo a cabeça de leitores burros ( como eu ), e assim ela constituiu um blog de grandes verdades e vivencias.

Um dia ela se sentiu mal, pediu um tempo para as verdades sombrias, não queria abrir assim mais o jogo da vida, porque a vida tem um tempero muito maior que simples palavras vomitadas em um arquivo de Word, ela quis se afastar, não queria mais jogar de simbolismo barato.

Absoluta verdade ela estava pensando ao falar tais palavras, palavras gritantes e que expressam veracidade. Mas em tantas palavras fortes e contundentes, estava uma mentira, a mentira de se intitular a “dona da razão”, já que seus argumentos apenas se decifram para o bem comum.

Jogar toda sua luta para com a sociedade na lixeira, seria um ato fora do comum, já que a sociedade contemporânea precisa de pessoas assim que lutam por mais que um amontoados de valores desmerecidos.

Queria dizer que seja qual for a atitude da garota x, ela não deve abandonar as rédeas do racional, porque diferentemente de mim, ela pode mudar algo, pode lutar por um mundo melhor.

A mudança pode trazer alguns prós, é verdade. Todavia, se ela feita de forma forçada, só trará dor e sofrimento, nada a mais que isso. A vida é curta demais para jogarmos nossos valores verdes esmeraldas no tom de cinza da vida atual.

Não queria que ela perdesse seu brilho pelo que os outros falaram, porque eu aprendi com ela que não existe meio termo nessa porra de vida, ou a gente faz valer a pena, ou não.

Mas seja qual for a decisão, estarei apoiando, já que sou apenas um vetor de palavras, e moro no mundo das ideias, e não da prática. Força “Joana”.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Impotência

Existem dias em nossas vidas vagas e sem sentido que percebemos o quão essas palavras podem fazer efeito. O mundo consegue desabar sobre nossa cabeça por um simples pensamento obvio, e vemos que da maneira que tá, está cada dia mais se afundando.

Acreditamos algumas vezes que uma pessoa pode salvar nossas vidas, mas esquecemos que a vida é muito mais complexa do que isso. É complicado destacar qualquer que seja o sentimento inóspito, ou melhor, é complicado descobrir que a vida não passa de uma bela porcaria.

É estranho ver que existem pessoas que lutam, lutam e lutam, e nunca irão conseguir mudar de vida, como se esse passar de tempos fosse um lugar que apenas apedreja os seres humanos, mais cruel ainda é pensar que seu valor pode estar sendo medido pelo seu ter e não pelo que você realmente é.

Lembro que certa vez falei olhando nos olhos mais puros que minha retina já teve a oportunidade de encarar, que não importa capital, dinheiro ou posses e sim o que cada um é, e eu sei que isso é verdade. Todavia, existem pessoas que são sacramentadas por essa sociedade e acabam não conseguindo obter seus objetivos por, veja só, falta de capital.

Eu queria muito poder ajudar essas pessoas que me são tão próximas, mas não posso, não tenho esse poder, por mais que eu faça ou tente fazer, nada muda, e a roda do capitalismo que deveria rodar, parece que acabou virada para baixo para todo o sempre para essas pessoas.

Meus olhos estão tristes e confusos, as lágrimas já escorreram, não sei mais o que pensar ou falar, queria um abraço, algumas palavras reconfortantes, qualquer coisa, mas eu sei que no fim não estou só porque sei que levo você no pensamento, e apenas isso basta.

Ter alguns pensamentos negativos nos aproximam demais da humanidade, e isso é bom, já que sabemos que no fim, bem no fim, podemos nos levantar e lutar, lutar e lutar de novo.

O complicado é que algumas vezes parece que nada muda, mas eu ainda creio no ser humano, creio em pessoas que podem me afastar da loucura total, porque a parcial muitas vezes bate a porta da minha nebulosa mente.

Tenho fé nas pessoas, acredito que elas podem ajudar o mundo a ser algo melhor, apenas por um sorriso, por um lutar, por atos bons. Mas no momento o sentimento é de angustia pessoal e isso eu não posso negar.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

402 dias sem futebol

Quartas de final do campeonato amador de Anhumas, o jogo já estava praticamente definido para o time da casa, era enfim a eliminação de uma participação fracassada do time recém formado Rossonero F.C., até que o lateral direito passou pela fraca zaga que vestia camisa bordô e cruzou para o atacante, lá estava o segundo volante que tinha o número 8, dividindo junto com atleta adversário, o goleiro saiu para cima da bola e um choque inevitável aconteceu.

O meia sentiu uma dor incrível no joelho esquerdo, eram 25 minutos da segunda etapa, ele se levantou e foi para o banco de reservas e não havia ninguém para entrar em campo. Bom, esse meia era eu, e acabei retornando ao gramado e terminando o fiasco daquele campeonato.

Lembro que um amigo meu me perguntou, “cara, vai continuar?”, eu com o sorriso amargo balancei a cabeça e disse “ sei que não vou voltar tão cedo a jogar, então foda-se”, e infelizmente foi dito e feito, já que hoje completam 402 dias sem que eu possa fazer aquilo que mais gosto, que é jogar futebol.

Desde o dia 27 de novembro de 2011, não posso fazer aquilo que me faz tão bem, não posso transpirar por esse esporte que me deixa relaxado, com um gosto de competição estampado nos meus olhos castanho claros.

Jogar futebol vai além de qualquer explicação, é um tipo de terapia que isola todo e qualquer problema fora das quatro linhas, é como se nada importasse naquele momento, e fora que não existe sensação mais serena do que buscar a vitória seja pelo que for.

O tempo passou, acredito que tenha perdido um pouco esse sabor, nem sei como vou reagir ao voltar aos gramados da várzea, mas sei que vai ser bom, porque é algo que eu preciso, porque preciso de uma válvula de escape para essa vida que bateu na trave da monotonia durante esse longo passar de datas.

Falar que parei de viver seria muita presunção, e até mesmo uma não verdade, o que bate mais perto da veracidade é que eu perdi algo importante para minha vivencia e o retorno de tal só iria fazer minha vida voltar aos conformes.

Dia 7 ou 8 seilá, voltarei para o médico que operou meu joelho, e quem sabe ele não me libere a voltar aos campos depois de tanto tempo não é mesmo? Ah, não sei a data exata, porque acabei pulando em uma piscina bêbado com carteira e tudo, fazer o que né.

Outra coisa que é inevitável são meus “quilinhos” a mais, porque em 2012 eu acho que engordei igual um porco confinado. Tenho certeza que quando eu voltar a jogar, poderei voltar a me exercitar melhor e muita coisa vai voltar, e os deuses do futebol vão agradecer ( ta bom, nem tanto... Eu vou agradecer ).

402 dias demoraram muito para passar, isso é verdade, se eu falasse que passou rápido seria uma grande mentira, já que o meio ano pré cirurgia foi uma bela de uma bosta, foi um tempo difícil onde parecia que os dias não passavam e quando fiz enfim a cirurgia, começou outro ciclo que não foi dos mais agradáveis.

Ir para a fisioterapia todos os dias por 4 meses foi um período muito triste, não pelo fato de fazer as sessões em si, mas por ter que estar sempre indo para um local de recuperação, como se eu não tivesse mais o corpo perfeito, e essa era a minha realidade.

Mas eu tinha que me recuperar, e ficar me fazendo de “coitadinho” não era o melhor caminho e sim levantar a cabeça e seguir em frente, então tentei levar as fisioterapias da melhor maneira, sem me queixar muito, já que tudo aquilo fazia parte da recuperação.

O tempo passou e enfim fui liberado da fisioterapia e passei a fazer academia, e vi o quão fora de forma eu estava/estou, acabei parando a academia por causa das férias da faculdade, já que estava fazendo na facul e agora estou aproveitando meu tempo de boa.

Não sei mais descrever o gosto que o suor escorrendo no rosto pode proporcionar, sei que estou a cada dia passado com mais saudade de jogar meu amado futebol, queria poder voltar ao meu 2011 que era tão movimentado e reconfortante, sei que não vai ser assim, porque a vida já é diferente, mas vou tentar fazer que tudo seja melhor que esse ano que eu considerei um bom ano.

Sem mais reclamações, queria enfatizar esse número. 402 não é um numero arredondado, nem bonito de ser citado. Todavia, é uma data que me bateu uma vontade de praticar aquilo que me reconfortou durante muitos anos. Só digo o seguinte, estou voltando ( aguardem deuses do futebol haha ).